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O acetaldeído é subproduto da degradação do PET. Ele é formado quando a resina PET é submetida a altas temperaturas, normalmente utilizadas na fabricação e transformação da resina, onde o polímero é aquecido acima de sua temperatura de fusão.
A preocupação com a presença de acetaldeído nas embalagens de PET se deve à alteração de gosto que este pode causar no produto embalado.
Degradação do PET: O AA é gerado através da degradação térmica da molécula do PET e tem seu nível aumentado conforme a temperatura de processamento e tempo de residência.
Dois mecanismos são propostos para a formação do AA por decomposição térmica do PET. Um é a decomposição térmica do grupo terminal hidroxetil (reação 1). Outro mecanismo classicamente proposto considera que a degradação ocorre preferencialmente pela cisão aleatória da cadeia molecular do PET com quebra das ligações ésteres. Nesta degradação, formam-se cadeias de grupos terminais ácidos e vinílicos que podem reagir de várias maneiras eliminando o AA (reação 2).
O AA gerado durante a injeção-sopro do PET fica retido na parede da garrafa entre as moléculas do polímero, difundindo-se lentamente para o conteúdo desta.
O AA só é significativamente gerado em temperaturas elevadas. Desta forma, o controle do processo de injeção é fundamental para o controle da geração do AA na produção de garrafas de PET. A etapa do sopro não tem praticamente nenhum efeito na formação do AA, uma vez que trabalha à temperaturas mais amenas.
Assim, para reduzir a geração de AA da resina durante a injeção da pré-forma, aconselha-se manter o polímero fundido na mais baixa temperatura possível durante o mínimo tempo, com um mínimo de cisalhamento.
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